quarta-feira, 21 de janeiro de 2015

Sobre o presente dia...

Feliz ano novo... e feliz pra tudo que é novo e que é velho tb...rs
Hoje, voltei à minha acupuntura e foi tão bom... nos 20 minutos com agulhas pelo corpo, sonhei, relaxei e saí de lá como se eu estivesse pisando em nuvens, feliz e grata por algo que nem eu sei explicar direito...
Férias, tranquilidade, ônibus, paciência... sentei ao lado de uma senhora (adoro sentar ao lados dos vovôs e vovós... eles sempre tem muita coisa pra me ensinar...rs), e foi tão legal, aprendi que no sonda do Jaçana tem fruta boa e barata de quarta-feira, aprendi que ela não gosta das frutas do Bergamini (nem eu) porque uma vez ela comprou um pêssego liiindooo por fora e nunca amadureceu (comprei peras uma vez e foi a mesma coisa...rs. Além disso, ela me disse que a casa dela está muito quente e que ano passado ela ligou o ventilador umas duas vezes no ano, e nesse ano, é todo dia... essa noite ela acordou à 3h, molhou uma toalhinha e passou no pescoço, porque o calor era muito... ela acorda todo dia às 4h e quando chega aquela hora (por volta do meio dia) ela já está com muuuuito sono... ela acredita que a gente aqui em São Paulo, não vamos ficar sem água.. que ele (acho que o Geraldo) dará um jeito... afinal, o que ele vai fazer com a gente? Deixar a gente sem água? Ele vai dar um jeito... Dei sinal, levantei-me, desejei, de coração, tudo de bom para aquela senhora e saí da lotação bem feliz...
Passei na padaria, comprei pãozinho, tentei facilitar o troco e disse "Espero que tenha ajudado" e o senhor do caixa respondeu "Só sua boa vontade já ajudou" e com isso me senti mais grata e entendi pelo quê... por estar viva... por poder pegar o ônibus e ir onde preciso, por poder comprar pão, por estar aberta à escutar à qualquer pessoa... e principalmente, grata por ter pessoas gentis perto de mim, seja ao meu lado do ônibus, seja na padaria que frequento, seja no meu trabalho, seja na escola em que minha filha estuda, seja no cinema, onde um certo rapaz sempre ajuda a comprar o ingresso sem pegar fila, seja entre meus amigos e amigas... 
Gentileza e generosidade... li um texto essa semana sobre isso... e e fato, é preciso disso para se relacionar... nós que escolhemos como vamos lidar com cada situação. E, EU, UMA OTIMISTA NATA, sempre digo que podemos tirar coisas MARAVILHOSAS de todas as nossas experiências, talvez não tão logo que elas aconteçam, mas basta parar, pensar, sentir, aproveitar e ser feliz...
Não quero ter um epitáfio trágico e "lamentativo" (acho que inventei essa palavra, mas ela expressa o que quero dizer), dizendo o que queria ter feito em vida... eu QUERO VIVER HOJE, AGORA... e sei que não é difícil... afinal, o que hoje rege as minhas atitudes é "QUEM QUER, ARRUMA UM JEITO, QUEM NÃO QUER, ARRUMA UMA DESCULPA"...

Amanda Fioranti (21/01/2015)

quinta-feira, 18 de setembro de 2014

Os sonhos...


Sempre gostei de ler, mas esse ano eu estou "de parabéns"... Li muitos livros, comparando com o que lia no meu tempo livre nos anos anteriores (talvez porque eu não tivesse tempo livre...rs). Mas, falei isso para introduzir o assunto: sonhos.
Tenho sonhado muito e acordada. E mais do que isso, tudo o que tenho lido fala dos sonhos e da beleza de sonhar e do quanto é importante acreditar no que se sonha.
Eu sou uma sonhadora nata... quem me conhece, sabe bem disso... mas, nunca tive tanto o pé no chão quanto agora e isso tem feito com que meus sonhos se concretizem com mais facilidade e hoje, pensando, entendo o porquê. Porque sei dosar os meus sonhos. E não é hipocrisia.
Eu aprendi a sonhar uma coisa de cada vez e de acordo com minhas possibilidades. Não,não sou uma conformada. Muito pelo contrário. Sou alguém que consegue sonhar e mais que isso, alguém que consegue realizar seus sonhos. Em doses homeopáticas eu chegarei naqueles sonhos mais fantásticos e insanos aos olhos podadores, mas eu conseguirei... devagar e sempre...

terça-feira, 9 de setembro de 2014

Felicidade...

"Hoje eu vou fazer barulho pela madrugada
Rasgar a noite escura como um lampião
Eu vou fazer seresta na sua calçada
Eu vou fazer misérias no seu coração
Hoje eu quero que os poetas dancem pela rua
Pra escrever a música sem pretensão
Eu quero que as buzinas toquem flauta-doce
E que triunfe a força da imaginação"

Este é um trecho da música "Sem Mandamentos" do meu querido Oswaldo Montenegro e pra mim, ela descreve o que é ser feliz, de uma forma poética e tranquila...
O fato é que a "vida é simples, a gente que complica" e "quem quer, arruma um jeito e quem não quer, arruma uma desculpa"...
Por isso, venho através desse post dizer "Sejamos felizes", pelo simples fato de tentar fazer cada momento único e especial... Como????

Trânsito? Aumente o som e cante, afinal "quem canta seus males espanta"
Muito trabalho? Ufa, ainda bem... imagine quem não tem...
Ócio aos fins de semana? Reflexão é amiga do ócio... portanto, tornemos nosso ócio em "ócio criativo"
Decepção? Não espere do outro aquilo que você é.... cada um é cada um e acredite: Ninguém muda... a essência nata continua por toda uma vida...
Tristeza? Curta-a... lágrimas lavam os olhos e a alma... e lavar a alma nunca é demais...
Saudade? Pegue o telefone e ligue: "Oi, só queria saber se vc está bem"
Arrependimento? Peça desculpas... é tão libertador e maduro...
Cabeça vazia? Leia um livro... ele lhe trará experiência única e maravilhosas...
Casamento ruinzinho? Dialogue... conversa, reconquiste seu companheiro ou companheira no dia-a-dia... se arrume, crie expectativas, faça surpresas, sejamos eternos namorados e namoradas... Ah, e tenha muito jogo de cintura...saber ceder é imprescindível...

Agora...por que é que vc não está feliz... aproveite cada momento... cada erro, cada dúvida, cada loucura e seja feliz, intimamente, reservadamente, solitariamente, mas, seja feliz... 

Ótima noite feliz a todos... beijossss


segunda-feira, 1 de setembro de 2014

"Te vejo errando..."

Amo músicas... quem me conhece sabe bem disso... e tem uma música da Pitty... com uma frase perfeita para a vida, para pensar antes de agir...
"Te vejo errando e isso não é pecado, exceto quando faz outra pessoa sangrar."

Por que as pessoas tem a necessidade de serem egocêntricas e agem pensando somente na felicidade (geralmente, momentânea) delas com elas mesmo? Parece redundante e é para parecer,porque o egoísmo, o "olhar só para si" é isso, é exagero, é redundante e, cá entre nós, é feio demais...

Que todos tenham uma semana maravilhosa e repleta de bençãos diárias!!!!

Beijokas

quarta-feira, 27 de agosto de 2014

Isso vai ter importância daqui a um ano?

Sempre gostei de ler, mas confesso que, ultimamente, tenho lido além da conta, além do que espero, mas muito feliz com esses meus "além".
Ontem li "Crianças Índigo", bem interessante e fundamental pra quem acredita na teoria, pra quem quer aprender mais e pra quem lida com essa geração louca infantil de hoje em dia..rsrsrs
Então, terminei de ler o livro e peguei um outro livro, este de cabeceira e que sempre me traz uma lição interessante no momento apropriado: "Nietzsche para estressado" (Allan Percy). Livro este que é minha cara, pois filosofa demais e diz a verdade na forma de filosofia e baseado em Nietzsche.
Eu abri em certa página e o que lá estava escrito refletiu a atual fase de minha vida... estou vivendo no desapego, no "olx", no "vou levar a vida mais leve" e quando digo "mais leve", entende-se como mais tranquila, menos estressante, mais alegre, mais bem humorada, mais "não vou lutar pelo que não vale a pena"...
Nesta página, que citei no parágrafo acima e me alonguei (rs), começava mais ou menos assim: (vou citar umas partes essenciais)
"Dizem que passamos metade da vida resolvendo problemas. Isso é perfeitamente humano. A questão é saber se eles merecem a atenção que lhe dedicamos."
"... É importante nos orgulharmos de nosso inimigos"
"... alguns problemas são grande estreias, outros são filmes clássicos"

Mas, o que quero dizer com tudo isso???
Leve uma vida mais leve, se preocupe com o que é essencial, com as estreias, pois os problemas filmes clássicos só são assistidos novamente porque não foram solucionada da forma como deveria.
Não vale a pena gastar energia com aquela pessoa que não vai mudar, ou aquela que não conviverá com vc até que a morte os separe... vale a pena viver bem, feliz, de consciência tranquila... e pensar "Isso terá importância daqui a um ano?". Se sim, vá a luta, se não, deixe pra lá e seja feliz plenamente, se preocupando com o que vale a pena pra você, pro seu agora, pro seu futuro,pro seu presente, pra sua vida!

sábado, 23 de agosto de 2014

... do que ter aquela velha opinião formada sobre tudo...

Hoje, o assunto da aula (da minha pós) foi a "loucura" e tivemos que fazer um desenho que expressasse o que achávamos que era a loucura... E lemos um texto bem interessante também... 
O fato é que o texto e o desenho e a questão em si despertaram em mim certa angústia sobre ser ou não louco. Resumidamente, loucura é transgredir às normas, estas que são impostas pela sociedade. E as normas só são criadas para serem transgredidas, senão não precisaríamos de normas. Claro que há todo o aspecto orgânico, biológico e mental a ser considerado, bem como a cultura e sociedade em que estamos inseridos, mas pensei em mim e nas pessoas que me cercam.
Por que precisamos ser normais? Por que qualquer coisinha, qualquer ato de uma suposta rebeldia já me taxa de ser louca? 
Acho que sei o porquê... Simplesmente, porque ser você mesmo é um problema. Você é você de fato? Eu tento e todas as vezes que sou o que realmente sou, na minha essência, não sou normal para a visão alheia...
E a loucura talvez só exista porque existe julgamento, pois, se cada ser cuidasse de ser você mesmo e não do que o outro é ou deixa de ser, a loucura não existiria. Mas, ela está aí, na relação com o outro, na comparação com o "perfeitinho", no julgamento exacerbado. 
Quero falar sozinha comigo mesma andando na rua, quero cantar as músicas velhas que ouço em alto e bom som, quero me apaixonar loucamente e não ser taxada de "fácil", quero me desapaixonar e não ser taxada de "instável", quero viver minha vida sem os olhos "julgadores" de quem não pode viver como eu vivo...
É tão difícil assim?




quinta-feira, 10 de julho de 2014

A inspiração me faz dizer adeus...

Meu adeus

A inspiração me faz dizer adeus...

Adeus a tudo que vivi e que partiu de mim sem deixar vestígios.
Adeus para uma realidade que não é minha, para uma Amanda que não é eu.
Adeus para o que me fez chorar de tristeza, decepção...
Adeus para um passado que passou de verdade.
Adeus para aqueles que não são meus e que não estão comigo.
Adeus para aqueles que disseram adeus e se arrependeram e se arrependerão.
Adeus para o segundo que passou.
Libertar-me disso tudo e dizer adeus exige de mim um desprendimento que pensei não ter e, mais uma vez, eu me surpreendo com o que sou capaz. 
Depois de um adeus, um "olá" ou um "bem-vinda" sempre, ou quase sempre, virá. Por isso, direi a mim: "Seja bem-vinda".


Amanda Fioranti - 09/07/2014



PS: O que me faz feliz? 
- Escrever


segunda-feira, 21 de abril de 2014

A vida precisa viver...

Venho aqui hoje escrever sobre algo que realmente necessito escrever...

Há alguns dias tenho sido bombardeada com um mensagem óbvia, mas como o óbvio é difícil de ser visto, compartilho aqui essa mensagem.
Esses dias estava no facebook e li um lindo texto de um Rabino com o título "Os domingos precisam de feriados", ganhei um livro "Depressão, como acabar com isso.." (algo assim, não lembro ao certo o título...rs) e por fim, ontem, Páscoa, fui assistir à uma peça lindíssima "O gigante egoísta"... e o que quero dizer com tudo isso????

Que a vida precisa de pausas... sim!!!!!! Isso parece tão simples, mas tão difícil de ser vivido... No texto do rabino, é claro que ele quer dizer que tudo precisa de um tempo, inclusive nós... Por que a primeira pergunta num domingo a tarde é "Oq vamos fazer hoje?" e confesso que isso tem me incomodado, pois me peguei várias vezes fazendo isso, não me permitindo ter calma, ter pausa... ele cita ainda nesse texto sobre a criação no sentido religioso, que após ter criado tudo, Ele descansou... sim, descansou! E nós, pq não podemos descansar? Pq quem tem tempo é um desocupado e quem não tem é importante? Pq?
No livro sobre depressão, o autor trata de como se curar do "mal do século" na visão espírita e é bem interessante, pois tudo o que ele diz não é só na visão espírita, é na visão do ser humano... e lá ele inclui coisas como a caridade, o evangelho... mas, fala tb da falta de tempo de fazer tudo isso... Acho muito louco tudo isso... falta tempo pra caridade, pra uma conversa sobre Deus, mas não falta tempo pra uma cerveja com os amigos... sei que tudo é questão de prioridade, mas quem me conhece sabe oq quero dizer e há de concordar comigo... pq não viver no equilíbrio?
A peça "O gigante egoísta" é infantil e me emocionou (sei que me emociono com tudo, mas é linda... está no sesc Consolação e Santana), pois trata de amadurecermos, de levar a vida de uma maneira mais light, mais tranquila, de darmos valor ao que realmente importa...
E tinha me esquecido... ontem assisti ao programa "Saia Justa" e um dos assuntos foi o tédio... e um cara, estudioso, pesquisador defende que o tédio traz ideias novas... e achei isso o máximo... pq concordo plenamente... é claro, que tudo em excesso faz mal e muito tédio nos leva até à depressão, mas pq não ter ócio criativo ou não criativo? Pq não curtir o "não ter oq fazer"? Se pensarmos bem, sempre teremos oq fazer... sempre, usem a imaginação! Mas, o não fazer nada pode ser tão bom e tão saudável pro corpo, pra mente e pra alma... 

Vamos pausar, vamos viver... sentir um minuto passar durante 60 segundos e não só por um minuto... será que é tão complicado assim????

Enfim... mais uma desabafo... rs...

Beijos e ótima semana mais curta a todos!

domingo, 6 de abril de 2014

A beleza da simplicidade

Boa noite, boa tarde e bom dia a todos!

Há exatos 2 meses não escrevo... tive alguns motivos/contratempos que já foram solucionados e superados e cá estou novamente...

Hoje venho compartilhar algo que me chamou muita atenção em um livro que li... Algumas pessoas, mais próximas, já sabem desse livro pq comentei, afinal o assunto/enredo tocou-me profundamente...

Trata-se da simplicidade... às vezes, almejamos tantas coisas e esquecemos-nos das coisas simples da vida, como plantar uma flor ou uma semente ou dar um telefonema ou dar um abraço ou dizer que alguém está bonito no dia... simplicidade não mais vista nos dias atuais, onde o supérfluo, o artificial é valorizado...

Não só isso... buscamos (digo por mim) alguém que nos complete ou complemente, que seja sábio, inteligente, que tenha cultura... mas, de que vale tudo isso quando a simplicidade do saber ouvir, do dar o ombro para uma lágrima, para um desabafo, do fazer sem querer nada em troca, do assistir a um filme juntos, do comer pipoca, do dizer "eu te amo" de diferentes maneiras...simplesmente, não existe... 

Essa simplicidade que me atrai e que me afasta, que me deixa radiante e desanimada, que me faz pensar 15 vezes antes de tomar qualquer atitude... 
Estranho e real é o sentimento que tenho agora... pessoas valorizam tanto o ter e esquecem do ser... do ser gentil, do ser amigo, do ser espontâneo, do ser verdadeiro... preferem pagar a conta ou terem um bom carro a serem pessoas....

O livro é do Pe. Fábio de Melo, Tempo de Esperas... valeu a pena e recomendo... 

Ótima semana a todos... Beijinhos.
..

quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

E percebi que aquele telefone não tinha coração...






Antes do que imaginava, cá estou novamente escrevendo durante minhas explosões de sentimentos e inspirações...
Esse início de ano tem sido mais emocionante do que eu esperava, contudo como dizem: Deus dá o frio conforme o cobertor.. portanto, vamos que vamos!

Depois de 2013 ter finalizado e ter sido pra mim um ano de GRATIDÃO, esse 2014 será um ano de Desafios... e isso me cativa profundamente!

Mas, o motivo real desse post é uma frase do livro "Memórias de minhas putas tristes", onde o personagem diz: "E percebi que aquele telefone não tinha coração" e ele percebeu isso pq a sua amada, em outra palavras, não estava muito aí pra ele...

E isso tem sido tão recorrente em minha vida nos últimos tempos... percebo em mim uma intensidade e uma frieza tao simultânea, que quase nem acredito estar vivendo tal sensação... Algo parecido com um desapego...
Ainda não sei avaliar se isso é bom ou ruim, mas tem causado menos sofrimento... isso é bom! rs...
"Quem não te procura não sente a sua falta" é algo tão lógico e tão óbvio, mas o óbvio é tão ofuscante... não é possível vê-lo... mas, eu estou conseguindo... dando alguns murros em ponta de faca, mas sem me machucar tanto e acreditem... isso é uma evolução!

Enfim, aprendendo a lidar com situações já vividas anteriormente... e percebendo que a frieza é capaz de transformar um sentimento lindo em apenas, INDIFERENÇA!